sábado, 24 de outubro de 2015

Suor



(Clicar dentro da imagem para ampliar)


assimilo o suor.

a chama é voz impotente,

mas crescem rios 

no ventre da lágrima condensada
nas paredes do poema.

a voz magra
penetra nas gengivas inflamadas
em cada maxila de suor…

… e nutre o ranger da transpiração...

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